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QUAL A NOSSA POSTURA? – postado por FLÁVIO FISCHER

 em Notarial

Depois de manifestar os agradecimentos por todas as atenções e carinho dos colombianos, bem como de verificar, com razão, o quanto foram efetivas e competentes tanto as palestras das JORNADAS quanto as reuniões da Comissão de Assuntos Americanos da UINL, Gallino citou um autor argentino a respeito de como se pode enfrentar os problemas do notariado mundial, diante de tantas ameaças e incompreensões, fora os ataques do mundo econômico e político.

Uma forma é a do avestruz, que, com medo de enfrentar, de verdade, tais questões, esconde-se, deixando, literalmente, o "corpo" de fora, exposto a mais ataques e agressões.

Outra maneira é a do BOMBEIRO, que tanto tenho denunciado e chamado à atenção de todos. Correr o tempo todo apagando incêndios, no máximo, quando se consegue, é exatamente apagar incêndios, mas, inevitavelmente, saímos chamuscados…

Uma forma, bastante comum, é a conservadora, em que se age de forma previsível, acompanhando as mudanças, vagarosamente, e, por muitas vezes, se perdendo o "bonde da história".

E, afinal, a forma mais adequada aos tempos presentes: sermos ATUANTES E PRÓ-ATIVOS, provocando as mudanças desejadas. isto é, em vez de nos adaptarmos aos câmbios que vão acontecendo no mundo e em nossa atividade, nós mesmos PROVOCAMOS AS MUDANÇAS QUE QUEREMOS.

É possível, BASTA NOSSA UNIÃO EM TORNO DE NOSSA ENTIDADE!

ESTE É O ANO DO NOTARIADO BRASILEIRO: se o tabelião não salvar seu notariado, NINGUÉM MAIS O FARÁ.

 

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  • ROGERIO
    Responder

    Prezado Presidente do CNB e distinto amigo:

    Não desejo estar em falta com o CNB, apenas por saúde de minha filha não pude participar de congressos de cunho notarial e registral. Desejo reagendar meus compromissos com a classe. Inicialmente, gostaria de saber se ainda continuo indicado para a Academia Notarial Americana, representando o Brasil, como fui no biênio 2005-2007. Perdi o contato com o pessoal da UINL nestes últimos meses. Poderia, o presidente do CNB, informar-me a respeito.
    Há um projeto sobre a mudança na lei de arbitragem no Congresso Nacional. Como está o andamento? Iremos vencer mais esta batalha.
    Aprovada a legislação, precisamos nos reciclar, a fim de que possamos estar preparados para árbitros notariais (ou registrais). Sugestão: – iniciar cursos sobre o assunto, através da UNINOTAS. Permita-me, presidente, delegar atribuição para dirigir a UNINOTAS, na condução de cursos.
    Por fim, volto a discutir a necessidade de administrarmos bancos de informações. A Corregedoria Geral de Justiça fluminense já implantou o seu banco de dados, com a denominação de BANCO DE INDISPONIBILIDADE DE BENS – B.I.B. A informação tem um custo de R$ 12,58 por nome. Curioso é que somos, notários e registradores, os expectadores principais, e, mais uma vez, não tivemos a oportunidade de administrar um banco de dados de tal porte, já que nós geramos segurança jurídica e portadores da fé pública essencial. (Que fé?)
    E, sempre certo de sua excelente gestão à frente das inovações do CNB, fico daqui, humilde notário-registrador, torcendo por tantas vitórias que há de surgir.
    Ats.,
    Rogério Marques Sequeira Costa

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