APERTANDO O CERCO.

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APERTANDO O CERCO.

De: robsoncb@secrel.com.br
Para: cartoriobr@yahoogrupos.com.br
Data: Sab, Junho 27, 2009 12:20 am
Assunto: APERTANDO O CERCO.
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CARÍSSIMOS COLEGAS NOTÁRIOS E REGISTRADORES DO BRASIL,
BOAS NOITES!!!

Mito bem! Já estamos propensos a aceitar o pensamento dos senhores, porém, antes, vamos, novamente, colocar um pouco de nossa pimenta, não de cheiro, más de arder, senão vejamos: Quem são os nossos representantes por esse Brasilsão afóra? Se é que temos representantes, o que é que estão a fazer por nós e por nossa classe? Se fazem alguma coisa, por favor, pelo amor de DEUS nos digam o que é, pois, estamos cada vez mais enfraquecidos, mais humilhados, mais escarnecidos. E não me venham dizer que voces fazem alguma coisa e que, por motivos superiores ou por motivos políticos não conseguem nada. Oh! quanta tristesa! Quanto descaso!  E os senhores que continuam a dizer que tudo fizeram para nos dar, que tudo fizeram para conseguir, que tudo fizeram e não conseguiram nada, pelo menos, tenham a dignidade de dizer que vão entregar seus lugares a outros que, se não mais competentes, pelo menos mais competidores e briguentos, pois, o momento não é mais de rezar não ,é sim, de brigar e brigar pesado, esquecendo os valores de educação e vendo e principalmente brigando pela própria sobrevivência se é que ela é existente para os senhores. SERÁ???? OBSERVAÇÃO: Assumo cada uma das palavras ditas e, estou pronto para junto aos demais colegas, assumir o timoneiro do comando dos Notários e Registradores do Brasil se deixarem, se deixarem as vaidades, se deixarem os descasos e se, realmentre passarem a nos ver como os reais salvadores, não da Pátria, más de nossas próprias ações. AMIGO, COLEGA E PRESIDENTE FISCHER, a hora é chegada. Rogério, Helvécio, Jacomino, Helvécio, Patrícia, Filisolino, Márcio e, todos os demais, ou peçam para sair, ou comecem a fazer alguma coisa, ou, finalmente dêm poderes e atribuições a quem realmente pode brigar e fazer um novo notariado e registros, pois, o sistema que aí está, já não dá mais. Fazer as pazes ou que seja, as confabulações com aqueles que se dizem nossos representantes que, não nos representam em quase nada, não dá mais. Reconheço o trabalho dos senhores. Parabenizo e agradeço a todos pelos serviços feitos, porém, o momento é outro. Ou se encontra um verdadeiro lider para nos dirigir, para nos guiar, ou será o caus, o caus do notariado e dos registros. Colegas!  Voces devem dizer se devo me calar ou se, devo continuar a fazer o trabalho em favor de uma "VIDA LONGA PARA OS NOTÁRIOS E REGISTRADORES DO BRASIL"

OBSEVAÇÃO: Por favor, digam se estou me excedendo ou se devo continuar com a peleja. Se estiver a me exceder, paro imediatamente, porém, se acharem que estou certo, preciso do apoio de todos para a luta, a luta de todos nós. Ou vivamos lutando ou, morramos lutrando, esse é o nosso lema. Chega de tanto lero, lero. O momento requer AÇÃO e AÇÃO DE TODOS NÓS.

Robson de Braga Castelo Branco
Notário e Registrador
www.cartoriobaturite.com.br
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  • Otavio
    Responder

    Prezado Colega,
    você tem certa razão, mas acredito que nossos colegas que lideram nossas entidades de classe não podem ser responsabilizados sozinhos por essa absurda situação que enfrentamos – eles certamente não são os responsáveis pelas derrotas legislativas que acometem nossa atividade. Particularmente, discordo de algumas ações de determinadas entidades da nossa classe, mas vejo que a omissão é geral por parte da grande maioria dos nossos colegas. Ninguém se envolve ou participa ou contribui para que nossas entidades possam defender nossos interesses.
    Como queremos que nossas entidades tenham força e defendam nossos interesses, se muitos tabeliãe e registradores sequer contribuem com suas entidades. Sem força financeira, não há estrutura para realizar um bom trabalho em defesa dos nossos interesses.
    Não imagino que nossos dirigentes estejam trabalhando contra nossa atividade e seus próprios interesses – me parece obvia essa questão. Nossa falta de união, força e envolvimento está colocando nossa atividade em risco – já estamos definhando comoum doente terminal e a grande maioria ainda não enxergou a gravidade da situação. Ou todos acordamos e voltemos nossas forças para corrigir as distorções que atingem nossa atividade, ou poderemos imaginar novos desafios profissionais, trabalhando como servidores públicos, em serviços estatizados, ainda que exercidos nos termos do art. 236 da CF, com isenção total de emolumentos e ressarcidos pelo estado – e/ou abandonando a atividade e cada um seguindo sua vida em outra atividade.
    Posso até estar exagerando, mas gostaria que as informações fossem mais objetivas e transparentes sobre nossa real situação, o que infelizmente não acontece. Estamos na expectativa da sanção presidencial da MP 459 e confesso, não sei o que prever sobre o funcionamento do meu serviço a partir de então.
    A acomodação é geral e os interesses de muitos são outros, o que motiva esse processo de dissiminação da atividade notarial e registral.
    E não vejo nossos colegas preocupados – pelo menos motivados a construir um novo caminho para nossa atividade, ainda que veja o esforço de muitos dirigentes que merecem nossas homenagens, como é o caso do do nosso colega José Flavio Fischer, que realiza um incansável trabalho em defesa dos nossos interesses, sem apoio necessário de muitos notários deste país. Estamos sofrendo incalculável injustiça, que certamente se reverterá contra a sociedade brasileira, que será a maior prejudicado com o enfraquecimento da nossa atividade.
    Lamentavelmente, é essa nossa realidade. sds
    Otávio Guilherme Margarida
    Tabelião

  • ADELIA
    Responder

    Ñão de forma alguma voce esta exagerando, só que sozinho não se consegue nada neste pais, onde tudo se passa em Brasilia,o que precisamos é fazer uma campanha muito bem feita na midia demonstrando nossa importância, social em todos os termos da vida de todos os cidadãos do nascer ao morrer, porque todos pensam que só batemos carimbo, somos todos ricos. Não é fazer mais leie sim demonstrar a população que sem nos tudo na sua vida ficará no prejuízo e mais o que deveremos fazer é nos unir seja o cartório pequenop ou grande e adquirir liberdade de advogar por nos mesmos, conte comigo.

  • nivaldo costa vieira de morais
    Responder

    Realmente, acho que o nobre colega tem toda razão, sou Tabelião numa cidade do RN, com 3.600 ha, para sobreviver tenho outas atividades (agricultura), motivo o Cartório rende em torno de R$ 500 (quinhebtos reais) e ainda querem tomar, com 27 de anos de trbalho e o pior que estou com 56 anos, pergunto onde vou conseguri mais empregego? meu Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Ivaldir Trentin
    Responder

    É isso mesmo colega, nós do interior que nos unamos, porque os da capital além de terem Cartórios com rendimento astronômico, que poderiam ser desmembrados e não o são por conivência do Tribunal de Justiça, ainda nos usam para sua promoção, e até nos cobrando taxas de colégios, sindicatos, e associações que nada fazem para a classe, a não ser para os privilegiados da capital e alguns “compadres”, enquanto nos rincões se passa todo tipo de dificuldades. Qual a união que colégios e sindicatos e associações promovem? No que auxiliam aos colegas carentes? Nem oportunidade dão aos mesmos de participarem das reuniões, para se atualizarem, para tirarem suas dúvidas. Muitos não podem pelos custos de tais reuniões, outros porque não tem como deixar o cartório a não ser fechando o expediente.

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